Uma pessoa estava presa em casa há dias, saturada com bioquímica. Não era sobre bioquímica, mas tudo o que ela representa.
Outra estava exausta por seus longos anos de dedicação e incertezas. Não era sobre o concurso, mas sobre um sonho.
Outra estava aprendendo que não precisa ser forte o tempo todo, nem sufocar as suas emoções. Ela pode, sim, ser vulnerável com quem ama, mesmo diante de um diagnóstico inesperado. Isso não é fraqueza. É amor!
Sabe o que eu percebo?
Todos à nossa volta estão enfrentando os seus gigantes, vencendo seus próprios desafios, talvez lutando por seus sonhos.
E, de verdade, não sei o que falar diante disso. Frases de impacto se perdem diante da imensidão que cada um carrega dentro de si.
Mas, de uma coisa eu sei:
Só quando perdemos o fôlego percebemos que estávamos respirando.
Então, precisamos recuperar o fôlego e voltar ao simples respirar.
Respirar na certeza de que você está fazendo o melhor que pode.
Respirar na paz de que há um Deus cuidando daquilo que você não pode controlar.
Respirar na expectativa de que o amanhã, em algum momento, vai chegar.
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