Confesso que não é fácil definir essa palavra.
Ele é bondoso, paciente, gentil. Não inveja, não se ira facilmente, não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Ele também é um cheiro, um sabor, um olhar.
Ele não precisa de muito para ser quem é. Só precisa existir. Só precisa saber que é desejado e esperado.
Ele também é a coragem de se mostrar vulnerável.
É quando você consegue se imaginar dividindo o mesmo espaço.
É quando o outro se torna a rosa de Saint-Exupéry, única no mundo.
É estar perto, mesmo estando longe.
É a esperança de que os sonhos se materializem.
É a calma de quem espera.
É o arrepio na pele.
É o conforto do chão da sala.
O desejo insaciável de permanecer naquele lugar.
É desejar o bem.
É querer saber como o outro está.
É partilhar.
É estar disposto a encarar os desafios que a vida apresentar.
É saudade, mesmo rodeado de beleza.
É um lar…
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