Essa nova produção da Netflix me surpreendeu. Nunca fui tão atraída por piratas desde o famoso Capitão Jack Sparrow.
Mas Sandokan vai além de marujos a bordo. Retrata a guerra, a desigualdade e pessoas que se unem não para usurpar, mas para se salvarem. E, no final, conseguem ir além disso, descobrindo o que verdadeiramente importa.
Sandokan me lembrou Simba. O leão que comia insetos, mas que um belo dia lembrou-se de quem ele era. A partir do momento em que o nobre pirata descobre sua identidade, ele consegue se posicionar e cumprir a missão enraizada em sua essência.
Além disso, seu grande irmão, um ex-padre, de alguma forma encontra o caminho de volta para Deus. Um detalhe sutil, mas profundamente simbólico.
E o romance… ah, o romance. Não um romance qualquer, mas do tipo que eu gosto de assistir: profundo e verdadeiro. Um amor que une duas pessoas não por classe social, cor da pele ou outras superficialidades, mas por valores, princípios, forma de enxergar a vida e por uma força em comum: um grito por justiça e liberdade.
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