
Já ouviu falar sobre a dinâmica do copo meio cheio ou meio vazio? Aquela em que colocamos um copo pela metade e perguntamos às pessoas como ele está.
Esses dias pedi para o meu padrasto montar um móvel para mim. Mesmo sem nunca ter montado aquele tipo de móvel, ele se dispôs a atender o pedido. Entre picos de estresse e gargalhadas, no final, a montagem não ficou exatamente como esperávamos: uma porta torta, algumas marcas de parafusos que ultrapassaram os limites.
Deu até para ver a chateação do montador, que chegou até a pedir desculpas haha.
Mas, imediatamente, respondi:
“o importante é que não vai cair!”
Eu poderia ter me estressado, reclamado ou remoído o fato de não ter chamado um profissional.
Mas, na verdade, isso sequer passou pela minha mente, pois o meu copo estava meio cheio.
Fiquei feliz porque finalmente meu móvel estava montado e eu poderia organizar as coisas que precisava. Inclusive, na hora da limpeza, olhei para aquelas “deformidades” e comecei a rir. Ou seja, todas as vezes que eu olhar aquele defeito vou me lembrar do trabalho e da diversão daquela tarde.
A forma como enxergamos o copo nada mais é do que a nossa perspectiva. Com ela alinhada e fortalecida no lugar certo, podemos viver a vida com muito mais alegria e leveza. Por mais que o mundo tente nos fazer ver o espaço que falta preencher, nós enxergaremos tudo aquilo que já foi preenchido.
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