“[…] Quando um elefante bebê é trazido para um domador, ele o amarra a uma forte árvore com cordas novas e grossas. O pequeno elefante tenta se soltar a qualquer custo e, por dias, protesta com veemência contra aquela condição. A estratégia é vencê-lo pelo cansaço. Quando o animal aceita o limite imposto, ele está domesticado. Depois de crescer e ficar grande e forte o suficiente para derrubar uma grande árvore, quando se percebe amarrado, o elefante adulto não reage; ele fica preso a cordas frágeis e, mesmo tendo força para se libertar, não questiona: apenas se submete.”
(Hora 06 — Nascidos do Alvorecer, O Ano Novo Sou Eu — JB Carvalho)
Já ouvi falar sobre essa metáfora, mas nunca fez tanto sentido como agora. A forma como o Bispo descreve o processo, e todas as reflexões que traz a partir disso, é um verdadeiro despertar.
A estaca pode representar situações e ciclos que parecem não mudar. As cordas, os medos e traumas que nos mantêm aprisionados a essas circunstâncias.
“A vida não é feita de fatalismos, mas de oportunidades que aproveitamos ou não.”
— JB Carvalho
Quantos vivem à margem do mediano, sem desfrutar das profundas riquezas que o Senhor preparou? Quantas vezes passamos a vida presos, sem perceber o quão fortes e capazes somos de romper as correntes e viver o extraordinário do Pai?
Como nossos filhos crescerão livres se estivermos presos?
O filho de um escravo nasce na senzala. Ele pode, sim, sair daquele lugar, mas enfrentará infinitos desafios que não existiriam se fosse filho de pais livres.
Em que ambiente você quer dar à luz?
Não apenas a filhos biológicos, mas também a filhos espirituais.
Não somente a coisas materiais, mas ao imaterial — aquilo que para sempre perdurará.
“Somos mais que parte da ordem criada; somos parte da ordem criativa de Deus.”
— Erwin McManus
É chegado o Alvorecer. É hora de Despertar!
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